Untitled Document What you think, no matter!

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Mais um talvez.

É como se algumas coisas que acontecem nos fizissem assim, ter que olhar de perto para enxergar -ou voltar. Acontece que esses últimos dias têm sido pertubadores, meu sorriso apagou, minhas cores murcharam. As coisas mudaram. Por que tem de ser assim? A decisão corre ao lado da indecisão, o compromisso anda ao lado do descompromisso. O meio termo me pertence, ou será que não? Que palavras mais sem nexo, mais sem êxitos moça!

Hoje acordei amarga, aliás, o dia tem sido. As coisas mudam como o correr do “tic tac” do relógio, mudam como foguete. Eu mudo também. Nós, tudo mudou. Meus romances estão no fim do meu baralho. Meus querês foram substituídos, meus pensamentos evoluíram-se, será que é isso que assusta-me? Pois bem, como de costume, estou cheia das minhas dúvidas só questionáveis com o enxergar, em enxergar-se principalmente. Em que grande ponto de interrogação eu me virei, quanto mistério..

Leio, não leio, viajo. Durmo, não durmo, sonho. Sonho acordado mas nem tanto. Que impetulância pensamentos, que deselegancia deixar uma menina tão confusa de si, por si. Acho que sou um paradoxo -mas no lado bom, ta? Quero fugir de casa, de mim, de tudo. Esse pensamento faz eu lembrar de uma música do Renato, “vou fugir de casa, posso dormir aqui, com você?Quem dera ter um alguém. Acho que é isso que me falta, ta aí. Ou não. Talvez falte apenas eu. Sem mais, sem explicações. Até logo! (aneiordi)

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